CRÔNICAS


Sou Bozo, o palhaço verdadeiro

por Carlos Castelo

Olha, minha gente, eu posso ser palhaço. Mas sou formado.

Sou o Bozo. Sim, o palhaço Bozo verdadeiro. O do nariz vermelho, da peruca colorida. E venho por meio desta rádio fazer um apelo: parem de me usar como dublê daquele capitão.

Outro dia acordei, tomei meu café e lá estava eu nas manchetes: “Bozo arrasou na avenida”. Olha, minha gente, eu posso ser palhaço. Mas sou formado, sindicalizado e com muitos anos de picadeiro! Tenho doutorado em torta na cara e pós-graduação em cambalhota. O que eu faço é arte. É técnica. Não é enganação em Brasília.

Eu, símbolo daquele ex-presidente? Pelo amor de Deus! Vocês sabem quanto custa manter uma peruca dessas aqui? Pois é. E toda vez que misturam meu nome com o daquele sujeito, é um patrocinador que foge do meu circo!

Ser palhaço é coisa séria. Precisa ter humildade pra cair, coragem pra levantar e noção de ridículo. Principalmente, noção de ridículo. Assim, com todo respeito ao debate nacional, me incluam fora disso.

Respeitem meus cabelos vermelhos!


Publicado em 24/02/2026




DEUS S/A

por Carlos Castelo

Os textos sagrados dos neopentecostais são uma fanfic da Bíblia.

Os textos sagrados dos neopentecostais são uma fanfic da Bíblia.

E não qualquer fanfic, dessas escritas por alguém que leu as Escrituras de trás pra frente. O que antes era palavra sagrada virou PowerPoint com fundo em fogo e letras garrafais.

O neopentecostalismo moderno é o equivalente espiritual de uma franquia de fast food. Tudo padronizado, tudo vendido, tudo embalado com uma promessa: milagres garantidos ou seu espírito de volta. Estamos falando de um cristianismo gourmetizado, aonde a salvação vem com taxa de conveniência e o pecado é calculado em parcelas de até 12x sem juros.

A Bíblia, aquela raiz, é citada como se fosse cláusula de contrato de aluguel. É lida em pedaços, reinterpretada, e sempre em favor do locador. A exegese virou exercício de malabarismo. Um versículo aqui, um grito ali, e de repente o Evangelho se transforma num programa de auditório, com prêmios, castigos ao vivo e fila para receber o sopro da vitória.

Jesus chora. E com razão. Ele, que expulsou vendilhões do templo, hoje seria expulso dele por atrapalhar a arrecadação. Não contribuiu com a campanha da Arca Premium? Então, filho, vai jejuar no banco de trás. No púlpito, só quem tem microfone sem fio e verbo inflamado de pastor-motivacional.

Os templos de hoje são arranha-céus da esperança fabricada em série. Telões de LED, ministérios com nomes de banda evangélica indie (Fogo Profundo, Graça Intensa, Unção Cósmica) e cultos que mais parecem TED Talks com trilha sonora dramática. A ceia virou coffee break, o batismo virou evento instagramável, e o arrebatamento… bom, esse é prometido para depois da campanha do Salmo Milionário.

O fiel tornou-se consumidor. Um zumbi sorridente com a carteira aberta, buscando salvação com gosto de cashback. Se o milagre não veio, a culpa é dele. Faltou fé. Faltou jejum. Faltou escanear o QR code da bênção.

O Espírito Santo, outrora brisa suave, agora desce sob a forma de efeitos especiais em show de heavy metal: fumaça, luz estroboscópica e gritos ensaiados.

Os textos sagrados desses templos não são só fanfic. São fan-service: feitos sob medida para agradar, entreter e não incomodar ninguém que tenha o dízimo em dia. Porque ninguém quer um Deus que desafie. Querem um gerente celestial simpático, que prometa vaga no céu em troca de fidelidade à marca.

Já disseram que religião é uma tentativa de encontrar consolo em uma narrativa mágica. Os neopentecostais vão além: transformam a narrativa mágica em plano de marketing. E não há exorcismo que tire esse espírito do lucro do altar.


Publicado em 10/09/2025




A filosofia essencial de Luiz Felipe Leandro

por Carlos Castelo

Tema de hoje: Imanença

As insperiência num é uma linha réta que conduis aos reconhessimento, mas uma droba inceçante, uma évolunssão do póprio pençamento sôbre seus ponto de fuga. Pensá, irmão, num é compreendê. Ah, maiz num é mesmu. É estraí dos cáoz uma consistênssia mínima que seje, um prano de himanênça onde as forssa deixa di ser arrepresentada para si tornarem-se puramente operatória.

Nesse prano, o sugeito num paça de uma fiquissação tardía, um cuagulamento provizóro deces movimento que o atraveça. Aí que tá. O tal do "eu" é apenas uma interrupissão momentânha nos fruxo das intençidade, como se o penssamento, fastigado, preçisasse de um nome para reporsá, discansá. Inda que ece repôzo nunca acontêssa.

Já dizium Fucô e Fróide: "filosofá, no afinal das conta, é asseitar o riscu de ser arraztado porumas forssa que num péde permição". E é tamém si tornar-se istranjeiro nos póprio territóro, cúmprice das potênça que nus ecéde. É abitar o intervalo entre um conceitu e sua fuga. E, cráro, é não pará de comessar.

Por iço, fica com Deus, que Deus é pai.

Luiz Felipe Leandro é filósofo, historiador e pós-doutorado em Linguística pela USP - Universidade de Águas de São Pedro. Graças a seu poder de explicar o complexo de modo simples, se tornou uma celebridade da Filosofia nas mídias.


Publicado em 15/11/2025




Direto da Groelândia

por Carlos Castelo

Reportagens especiais

Faz sete dias que cheguei à Groelândia. Vim cobrir a região após as notícias sobre anexação da área pelo governo estadunidense. No primeiro dia, conheci uma geleira. No segundo, outra geleira. No terceiro, um urso polar me olhou como se eu fosse um entregador de pizza. Desde então, mantemos uma relação cordial. Uma relação de distância por parte dele. E de orações da minha parte.

A programação local inclui atividades como: escutar o gelo se mexer, tentar não escorregar, e assistir ao pôr do sol às duas horas da tarde. A vida social se resume a conversar com a minha própria respiração e torcer para que ela não vire pedras de gelo.

Os groelandeses seguem suas rotinas. Como se -30 graus fosse temperatura de praia do Nordeste.

Muita gente do Brasil me pergunta se há alguma novidade na Groelândia. A única é que descobri que o suor congela no sovaco. Também fui tentar fazer um guisado. E o gás congelou. Fora isso, nada mais.

Pra resumir: aqui, tudo é branco, puro e intacto. O tipo de coisa que Donald Trump, claro, ia logo querer sujar.

Se acontecer algo de novo por aqui, voltarei a informar.


Publicado em 22/01/2026




Os destaques da Grécia Antiga

por Vasqs

O homem é um animal ridículo

Platão
Dono da célebre frase: "O homem é um animal bípede e implume". Frase desmoralizada no dia em que Clóvis Bornay pisou, ou pousou, pela primeira vez na passarela da Sapucaí com 767 plumas multicoloridas, parecendo um pato mandarim gigante.

Aristóteles
Disse com razão: "O homem é um animal ridículo". O que diria hoje se visse um exemplar da mesma espécie fantasiado de: " Ganho- R$45 mil-mais - 30 -penduricalhos- com - o - suor - do -meu trabalho- e -daí?".

Diógenes
Cínico. Seu mais conhecido gesto de cinismo foi sair de lanterna acesa, em pleno meio-dia, procurando um homem com quem pudesse passar quatro noites de farra momesca dentro de um barril.

Pitágoras
Foi o mais famoso compositor de samba- enredo da Grécia Antiga. Manja "A soma dos quadrados dos catetos é igual ao quadrado da hipotenusa"? É dele.

Os pré-socráticos
Também conhecidos como pré-carnavalescos. Tales achava que a origem de tudo era a água. Anarímenes achava que era o ar. Para Anaximandro o princípio era o infinito, o nada. Mas no carnaval eles paravam com essa frescura e iam juntos desfilar na ala das baianas da Mangueira peloponesa.

Demócrito
Previu a existência do átomo, que explicava assim: "É piquinininho, piquinininho, menor que um confetinho".Para ele tudo era movimento: a cor, o cheiro, o som, o rebolado, a chuva, o suor e a cerveja. Seu mais profundo pensamento filosófico foi: "Malandro que é malandro vai pro carnaval vestido de malandro pra dizer que é só fantasia".

Zenão
Pertenceu ao Bloco dos Estoicistas. Pra eles, os deveres e obrigações estavam acima de tudo e por isso só tiravam férias em dinheiro. Eram obcecados pela escala 6x1. No carnaval eles saíam com blusas de lã sob um sol de 40°. Zenão inventou a filosofia Zen, depois negou. Jogou no Guarani, no Corínthians e no Atlético Mineiro.

Sócrates
Criou a maiêutica, método que consiste em se chegar à verdade através de perguntas e respostas:
-O que é carnaval?
-É rebolar o corpo rebolando a alma até deixar a bichinha esquecida da vida, das injustiças e das contas a pagar.
-Vai sair de quê nesse carná?
-Adivinha? De "Cálice de Cicuta"!
-Jura?
-Verdade.

Assim, Sócrates chegava à verdade. E todo mês de fevereiro ele dizia a seus discípulos : "Hoje, gatos, tudo o que sei é que nada sei, nem adianta perguntar que é carnaval ".

Heráclito
Para Heráclito a lei fundamental do universo são as contínuas transformações: "nascer, crescer, cair de quatro na orgia e, então, até pode, declinar e morrer". "Nada é estável, dizia, nunca podemos tomar banho à fantasia duas vezes na mesma piscina."

Nota: texto publicado no finado Jornal da Tarde, no carnaval de 1987, quase ontem. Revisado e adaptado neste.


Publicado em 14/02/2026




Mais quentinhas de verão

por Vasqs

Só tem que tomar cuidado com os hackers

1
Ano 2038
. A Apple acaba de lançar um aplicativo de beijo. O rapaz põe a boca dele no celular dele e a moça põe a boca dela no celular dela. É muito parecido, o beijo virtual, com o beijo real. E ainda tem sabores: aniz, hortelã, frutas cítricas e abóbora cabotian.
Só tem que tomar cuidado com os hakers, pra evitar que outro bigodudo entre no seu lugar e ela ache o beijo dele, e ele, muito mais gostoso.

2
Inquérito

- CPF na nota?
- Não.
- Clube Mercado?
- Não.
- Sacolinha?
- Duas.
- Forma de pagamento?
- Cartão.
- Débito ou crédito?
- Crédito.
- Sua pena é de $778,34. Pode
pagar em 10 meses.

3
Mais uma da vovó Matilda: Um vinho Domaine de la Romanée-Conti, 1945, arrematado na Sotheby’s, NY, por R$ 2,7 milhões, e as fezes de um desgraçado homem de rua, depositadas num canto da calçada, o que é mais nojento?

4
Aquelas pessoas que vão visitar doentes no hospital e depois saem pra fumar na calçada. Um dia serão visitadas.

5
25 de dezembro de 25. Meus vizinhos tocavam e cantavam funk em plena madrugada de Natal.
Nada de mais, puro sincretismo.

6
Todo mundo é...

Margareth Laumier, física nuclear, e cartunista.
Vladimir Zabrovsky, cosmonauta desempregado, motorista de aplicativo, e cartunista.
Noburo Chiká (nome falso), agente secreto, e cartunista.
Ravi Kumar, jogador de sodoku, dançarino de kuduro, e cartunista.
Karl Carter, mecânico e especialista em rebinbocaition da parafusation, e cartunista.
Pablo Gael Angel, yutuber, influencer. E cartunister.


Publicado em 01/02/2026




Mineiríssima franqueza

por Nelson Moraes

Se eu fosse você tirava umas férias dessas crônicas

Cada vez mais me convenço de que um texto presta ou não presta dependendo só das circunstâncias. Tem essa história aí do Fernando Sabino e do Otto Lara Resende (causos de política, literatura e alcova do século vinte que não envolvam o Otto deveriam ser banidos da memorabilia da crônica brasileira. E censor é a mãe).
Dizia o Sabino que, no dia seguinte à publicação de uma de suas crônicas semanais no Jornal do Brasil, recebeu um telefonema do Otto:
- Olha, se eu fosse você tirava umas férias dessas crônicas. A de ontem estava de amargar.
Suscetível ao parecer dos amigos, ainda mais expresso com tal e mineiríssima franqueza, o Sabino suspendeu sine die a condição de cronista semanal. Avisou ao jornal que tiraria um ano sabático, passou a dedicar-se a outros projetos – consta inclusive que chegou a esboçar o roteiro de O Encontro Marcado pro Joaquim Pedro de Andrade dirigir, mas a versão carece de fontes –, e a vida foi seguindo.
Muito tempo depois ele volta, sentindo-se revigorado, e reassume seu espaço semanal no JB. Semanas, meses, semestres voando e um dia, tchans – deu branco. A crônica sairia no dia seguinte e não lhe ocorria assunto algum. Mexe na gaveta, remexe, e ele dá com aquela, a danada, vilipendiada pelo Otto. Não pensou muito. Nas palavras dele, “tapei o nariz, mandei para o jornal e fosse o que Deus quisesse”.
Dois dias depois adivinha quem liga pra ele?
- Ei, queria te parabenizar – disse o Otto. – Voltou em grande forma, viu? A crônica estava ótima.
Sem saber o que dizer, borbulhando de indignação e pensando no tempo todo em que se impusera a sanção da mordaça por conta da opinião do outro, o Sabino soltou os cachorros. Que aquela era a mesma que o Otto execrara, que por causa dela ele achou que não soubesse mais escrever, que isso, que aquilo etc etc.
E o Otto, sereno:
- Uai. Agora eu gostei muito. Ou ela melhorou ou eu piorei.


Publicado em 21/02/2026




O que é o que é?

por Nelson Moraes

Ao meio-dia, fica sobre duas patinhas pra tentar ganhar afago do Centrão.

Ia Édipo todo feliz pra Tebas quando encontrou a Esfinge, e ela:
– Decifra-me etc etc.
Ele:
– Manda.
– O que é o que é, de manhã tem quatro pés, ao meio-dia dois e à tarde três?
Édipo, depois de vislumbrar umas três posições sexuais com a mãe da Esfinge, pensou melhor e achou prudente refinar a resposta:
– O Hugo Motta.
A Esfinge já ia se aproximando de Édipo cantando “É o bicho, é o bicho / Vou te devorar / Crocodilo eu sou”, quando ele pulou pra trás, mão espalmada:
– Peralá. Último pedido de um condenado: responde por que minha resposta estaria errada.
– Ué – disse a esfinge, já colocando o babador –, eu devolvo e reformulo a pergunta: por que Hugo Motta seria a resposta certa?
– Simples – disse Édipo, nem pestanejando. – De manhã ele age feito um quadrúpede, ao pautar como urgente um projeto de anistia que nem texto tem ainda. Ao meio-dia, fica sobre duas patinhas pra tentar ganhar afago do Centrão, mesmo quando é esculachado por ele. E à tarde, se apoia na velha muleta da moderação pra vir falar em dosimetria de pena ao invés de se ater às sanções constitucionais impostas pra golpistas. E aí?
“Faz sentido, porra”, pensou a Esfinge, desamarrando o babador e indo até o precipício pra se suicidar, quando Édipo a deteve, profundamente filosófico:
– Ei, pra que se matar? A vida é um jogo. Às vezes a gente ganha, às vezes a gente perde.
– Tem razão – disse a Esfinge.
E se mudou pra Las Vegas.


Publicado em 21/09/2025




AGENDA

Revista
Fenamizah de junho80ª edição da Fenamizah e-magazine

A 80ª edição da Fenamizah e-magazine está disponível para leitura online ou download. Editada por Aziz Yavuzdoğan, a nova edição conta com a participação voluntária de 130 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.





Humor ambientalA floresta também pode ser defendida com traços e sorrisos

A floresta também pode ser defendida com traços e sorrisos, é o que mostra o livro Amazônia Meu Humor – 40 anos em defesa da Amazônia, de Paulo Emmanuel.
A obra reúne quatro décadas de cartuns dedicados à luta ambiental na região, em um registro histórico e artístico que transforma humor em resistência. Emmanuel, referência do humor gráfico na Amazônia, consolida no livro sua trajetória marcada pela crítica afiada e pelo olhar sensível sobre os desafios ecológicos da floresta.




Livro
Relicário de afetosTudo com humor, lirismo e ironia

Carlos Castelo, reconhecido por sua verve humorística e seu olhar afiado para o humano, reúne em seu novo livro, Museu de Musas, letras e poemas escritos ao longo de décadas. São declarações tardias, confissões improvisadas, bilhetes que nunca foram entregues. Musas reais ou inventadas, passageiras ou perenes, todas reunidas neste espaço de palavras que ora se parece com um quarto de pensão, ora com um altar pagão.




Jornal
Novo vôo do GrifoO jornal apresenta um vasto material de charges e textos combativos, destacando neste número 51 o cinquentenário de Rango de Edgar Vasques.,

Saiu o novo número do Grifo, publicação de humor e política editada pelos cartunistas da Grafar (Grafistas Associados do RS). Publicado desde outubro de 2020, o jornal apresenta um vasto material de charges e textos combativos, destacando neste número 51 o cinquentenário de Rango, antológico personagem criado por Edgar Vasques em plena ditadura militar.




Livro
VizungaObra-prima de Colin retorna em volume inédito pela editora Veneta.

Criado por Flavio Colin (1930–2002) e publicado originalmente em tiras diárias, entre 1964 e 1966, na Folha de S. Paulo, Vizunga é um dos pontos mais altos na história dos quadrinhos brasileiros. As tiras reúnem histórias do pescador e caçador Parcival de Carvalho, o Vizunga, e misturam elementos da cultura gráfica popular brasileira com o modernismo, em narrativas cheias de aventura, ironia e crítica social. Vizunga retorna em um volume inédito pela editora Veneta.




Livro
A lírica visual de FaustoUm lírico passeio gráfico indo do humor à poesia visual.

Fausto Bergocce é cartunista, ilustrador e multiartista visual, com obras que transitam entre o desenho, a pintura, a colagem e a fotografia, integrando aos cartuns, tiras e charges muito desses conhecimentos. Seu novo livro, Simples Cartum, é um lírico passeio gráfico indo do humor à poesia visual.




Cards
Heróis & HeroínasHomenageando os grandes artistas da música brasileira

No intuito de homenagear personagens históricos da música brasileira, o caricaturista e ilustrador Eduardo Baptistão e Geraldo Leite, músico e radialista, lançam Heróis & Heroínas da Nossa Música, um caixa contendo 52 cards, com as caricaturas e mini biografias dos artistas de MPB, Samba, Choro, Bossa-Nova, etc. Além disso cada card acompanha um QR Code com playlist de cada artista, preparada por Geraldo Leite.




Revista
Edição de janeiro da FenamizahJá está disponível a 75ª edição da "Fenamizah", publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan .

Já está disponível a 75ª edição da "Fenamizah", publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan, com participação de 115 cartunistas e escritores de 36 países diferentes. A “Fenamizah E-Magazine” é publicada mensalmente na plataforma digital com a participação voluntária de artistas de todo o mundo. É publicado gratuitamente, sem qualquer finalidade comercial. Baixo o PDF aqui ou leia online no Fliphtml5.




Livro
Os Migonautas As aventuras bem humoradas de ursos viajando pelo espaço.

Os Migonautas é uma série de tirinhas criadas por Mig Mendes. Com bastante estrada, a tira começou como tira diária de jornal, publicada em O Fluminense de Niterói e outros diários. Nessa época (1991 - 1993) o título era O Urso no Espaço. Depois as tiras foram recriadas para redes sociais no final de 2015, com muito mais cor, desenvolvimento de personagens e arcos formando pequenas histórias. O volume 5 dos Migonautas está em campanha no Catarse.




Livro
Ebal – Uma História IlustradaA editora de quadrinhos que marcou época e conquistou corações ganha um livro.

Em 1934, Adolfo Aizen criou o Suplemento Juvenil, publicação que revolucionou os quadrinhos no Brasil e liderou o segmento na maior parte de seus onze anos de existência. Até que, em 1945, Aizen parte para um novo projeto e cria a sua Editora Brasil-América.
Finalmente a editora de quadrinhos que marcou época e conquistou corações, ganha um livro à altura de sua importância. Fartamente ilustrado, com imagens raras e textos elucidativos frutos de uma minuciosa pesquisa realizada por vários autores.




Revista
Fenamizah de fevereiroEsta edição conta com a participação de 117 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.

Já está disponível pra download a edição de fevereiro de 2025 da revista eletrônica Fenamizah (edição 76), editada por Aziz Yavuzdoğan. Esta edição conta com a participação de 117 cartunistas e escritores de 39 países diferentes, incluindo cartunistas e escritores de renome mundial.
A revista eletrônica Fenamizah é publicada todo mês em plataformas digitais, oferecida gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo, sem nenhum propósito comercial.
Você pode baixar a edição de fevereiro gratuitamente clicando aqui.




Livro
Histórias MínimasUm olhar afinado de Paulo Batista sobre detalhes do mundo cotidiano.

Um olhar afinado sobre detalhes do mundo cotidiano (que muitas vezes passam desapercebidos) disposto ao longo de oitenta páginas de pequenas HQs. É o conteúdo de Histórias Mínimas, novo livro do cartunista Paulo Batista, publicado pelo selo PB Editorial do próprio autor. “São temas que eu gosto de explorar como cronista do mundo do meu entorno”, diz o artista. Muitas dessas HQs e tirinhas foram publicadas no Instagram e páginas do Facebook identificadas com o mesmo título do livro. Agora editadas na sequência formam uma narrativa ainda mais interessante sob o traço delicado do cartunista. Para mais informações de como comprar o livro acesse aqui pelo Instagram ou Facebook





Livro
Pária amada, Brasil!Uma seleção meticulosa das máximas mais incisivas e humorísticas de Carlos Castelo

Carlos Castelo lança seu novo livro, "PÁRIA AMADA, BRASIL - 99 aforismos sobre o Brasil & um sobre Portugal”, recheado de observações sarcásticas sobre o país. Uma seleção meticulosa das máximas mais incisivas e humorísticas de Castelo, com base em sua carreira como colunista dos jornais Estadão, Rascunho e O Dia. Castelo criou uma provocação divertida sobre a cultura, a sociedade e as peculiaridades brasileiras. Uma coleção de aforismos que oferece aos leitores uma mistura inusitada de ironia, sagacidade e observações agudas sobre o Brasil. - Tempos Crônicos





Livro
O horror segundo Carlos CasteloCastelo revela que além do humor também habita nele uma inquietante galeria de horrores.

Há escritores que se especializam numa só faceta literária. Vivem e morrem na confortável casinha construída em torno de um único estilo. Não é o caso de Carlos Castelo, figura conhecida por sua trajetória múltipla. Jornalista, humorista, poeta, publicitário premiado e agora — para arrepio de muitos — autor de contos de horror.
Em Dentro de Mim Mora a Sombra, Castelo revela que, além do humor, também habita nele uma inquietante galeria de horrores. Com apresentação luxuosa assinada pelos escritores Bráulio Tavares e Gustavo Ávila, o livro chega como uma inesperada novidade. Quem diria que um dos criadores do icônico grupo Língua de Trapo, símbolo irreverente da São Paulo dos anos 80, também dominasse o sombrio e o macabro?
Inspirado em Edgar Allan Poe e Ambrose Bierce, escritores que transitaram habilmente entre o horror e o humor, Castelo reconhece que esses dois gêneros são como irmãos gêmeos univitelinos. Um provocando o medo, o outro o riso. E nessa coleção de histórias perturbadoras, o autor explora exatamente essa dualidade, mesclando folclore brasileiro, lendas urbanas e os dilemas mais sombrios da vida moderna.




Revista
Fenamizah de maioNova edição com trabalhos de 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.

A nova edição da Fenamizah foi publicada, com trabalhos de 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes. Baixe o PDF aqui.
Você também pode acompanhar as novidades no site.
A Fenamizah e-magazine é publicada gratuitamente todos os meses na plataforma digital, com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer finalidade comercial.




Revista
Nova edição da FenamizahPublicada gratuitamente em plataforma digital com a participação voluntária de artistas de todo o mundo.

A edição de dezembro da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 100 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 106 caricaturistas e escritores de 35 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de novembro aqui. Ou ler a revista online nos sites Calameo ou Fliphtml5.





Revista
Revista Fenamizah de marçoUma nova edição da revista internacional de humor Fenamizah .

Uma nova edição da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 100 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de março aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Livro
Mortadelo e Salaminho estão de voltaOs agentes da T.I.A. agora com duas HQs em uma única edição

A Figura Editora ouviu o público, e o segundo volume de Mortadelo e Salaminho chega com dose dupla de HQs do genial Francisco Ibáñez. Isso mesmo, são duas aventuras dos agentes da T.I.A. em uma mesma edição de 96 páginas!




Livro
O humor de VasqsPapo Gaio de Maritacas

Vasqs vai lançar seu novo livro de humor, Papo Gaio de Maritacas, pela editora Converso. O lançamento será no dia 29 de novembro, das 14h às 17h, no Mi & Mo Gato Café (rua Coronel Oscar Porto, 400), próximo ao metrô Brigadeiro.




Revista
Nova edição da FenamizahEm sua 82ª edição, a revista eletrônica Fenamizah apresenta 128 cartunistas e escritores de 40 países diferentes.

Esta 82ª edição da revista eletrônica Fenamizah, publicada por Aziz Yavuzdoğan como editor-chefe e com a participação voluntária de cartunistas e escritores de renome mundial, apresenta 128 cartunistas e escritores de 40 países diferentes. Baixe seu exemplar em PDF aqui ou leia online no Fliphtml5.




Revista
Edição de abril da Fenamizah80 páginas com 137 cartunistas e escritores de 40 países diferentes

A edição de abril da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 80 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 137 caricaturistas e escritores de 40 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de abril aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Livro
Tom & LauraO poder no Brasil - a partir do ponto de vista de um casal de vira-latas no cio.

A política brasileira pode ser chamada, às vezes, de uma grande cachorrada. É o que se vê nesta sensacional antologia de tiras em cores do publicitário, compositor e músico Carlos Castelo e do cartunista Bier. Um jeito irreverente, divertido e com sacadas geniais de observar o poder no Brasil - a partir do ponto de vista de um casal de vira-latas no cio. Morra de rir com este livrinho em formato de talão de cheques com a qualidade da Editora Noir.
Opiniões (sinceras) sobre a obra:
"Livrinho ingrato: prova de que o homem é o PIOR amigo do cão..." - Edgar Vasquez
"A tira é boa, mas tirem os cachorros" - Spacca
"Quem são Tom & Laura?" - Laerte
"Que cachorrada do Castelo e do Bier!" - Chico Caruso





Jornal
Nova edição do GrifoO acordo que China e América Latina estão costurando para superar a violência trumpista

No GRIFO 55, Jef Miola questiona “Que Congresso é esse?” (e nem tinha acontecido a barbárie contra Marina Silva). Essa postura agressiva e direitista não é exclusividade brasileira, mostram Luiz Faria analisando Trump, Tarso Riccordi questionando o “desprefeito” de Porto Alegre. Já Winckler aborda o acordo que China e América Latina estão costurando para superar a violência trumpista. Coisa que ficou bem ilustrada na capa do Eugênio Neves.




Revista
Nova edição da FenamizahJá está disponível a 83ª edição da Fenamizah, publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan.

Já está disponível a 83ª edição da Fenamizah, publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan. Você pode ler a edição online aqui ou baixar o exemplar em pdf aqui.




Livro
Quadrinhos & PublicidadeA evolução dos quadrinhos na publicidade em centenas de anúncios.

Em uma fascinante jornada que começa no final do século XIX e chega aos dias atuais, Splash! Uma Breve História da Publicidade em Quadrinhos! mostra a evolução dos quadrinhos na publicidade no Brasil e no mundo, em centenas de anúncios.
Splash! Uma Breve História da Publicidade em Quadrinhos! é o resultado de uma pesquisa de quase vinte anos do ilustrador, diretor de arte e pesquisador Toni Rodrigues. O autor buscou, catalogou, apurou informações e recuperou imagens e arquivos considerados há muito perdidos em diversas fontes.




Livro
Cartuns EcológicosPlaneta em Risco" é o sexto livro do cartunista J.Bosco, trazendo 86 cartuns que abordam diversas formas de degradação do meio ambiente.

"Planeta em Risco" é o sexto livro do cartunista paraense J.Bosco, com mais de 40 anos de profissão, são 86 cartuns ecológicos, abordando diversas formas de degradação do meio ambiente, poluição dos rios e mares, desertificação, aquecimento global, extinção de algumas espécies marinhas, crise climática. Um livro com vasto material crítico, com linguagem universal, que nos leva a uma reflexão sobre o tempo de nossa própria existência.





Livro
Caricaturas de J.BoscoMúsica, cinema, literatura e caricaturas

O livro J.Bosco Caricaturas (formato 23 x 27 cm - 90 páginas) retrata algumas celebridades da música, cinema e literatura em traços preto e branco, uma homenagem ao estilo clássico da caricatura. São 75 desenhos, entre eles Lupicinio Rodrigues, Quenti Tarantino, e Ariano Suassuna, com apresentação de escritores e caricaturistas como, Miran (editor e diretor da revista Gráfica), Marko Ajdarik, Haroldo Gepp, Luciano Magno, Solda e Adriano Barroso. O livro faz parte das comemorações dos 25 anos de atuação de J.Bosco no jornal O Liberal, de Belém do Pará, como chargista diário e caricaturista.




Revista
Especial Dia das MulheresFenamizah comemora o Dia Internacional da Mulher com uma edição especial.

Comemorando o “Dia Internacional da Mulher”, foi publicado junto com a edição de março um álbum especial, “Women Cartoons - Fenamizah Extra”, incluindo cartuns, pinturas, ilustrações e escritos de 112 artistas profissionais e amadores de 34 países. Você pode baixar o PDF aqui ou ler online no site Fliphtml5.




Livro
Níquel NáuseaFazendo 40 anos

Níquel Náusea, personagem imortal de Fernando Gonsales, está fazendo 40 anos. E a Z Edições apresenta esta coleção que irá reunir todas as tiras criadas por Fernando nessas quatro décadas.




Exposição
Quadrinhos no PompidouReunindo fundamentos, surpresas e raridades, a exposição é uma verdadeira celebração dos quadrinhos.

Em 29 de maio foi aberta a exposição “Bande dessinée, 1964 - 2024”, no Centro Georges Pompidou, em Paris. A mostra pretende oferecer um diálogo inédito entre os 3 principais centros de expressão da banda desenhada: a criação europeia, os mangas asiáticos e os quadrinhos americanos. Reunindo fundamentos, surpresas e raridades, a exposição é uma verdadeira celebração dos quadrinhos. A exposição vai até novembro.