CRÔNICAS


Novidades no acordo de paz do Oriente Médio

por Carlos Castelo

Bastidores de mais uma guerra donaldiana


• Os EUA exigem que o Irã abandone o persa e passe a falar inglês com sotaque texano.

• Israel concorda em suspender operações militares desde que todos os drones iranianos sejam substituídos por pombos-correio.

• Como gesto de boa vontade, os líderes mundiais devem resolver conflitos jogando pedra, papel ou míssil.

• As reuniões do acordo só poderão ocorrer em parques temáticos neutros, como a Disneylândia.

• O Irã pede em troca que Hollywood pare de retratar cientistas do mundo árabe como vilões.

• Israel sugere resolver disputas territoriais com campeonatos de culinária: quem fizer o melhor falafel leva a colina estratégica.

• O Irã propõe que discussões nucleares sejam resolvidas em quiz show ao vivo: quem errar a pergunta perde uma bomba atômica.

• Como gesto simbólico, os líderes devem trocar presentes no estilo amigo secreto e o evento será televisionado.

• O Pentágono sugere substituir exercícios militares por campeonatos de paintball.

• Israel sugere criar um aplicativo de entrega territorial expressa, com opção de rastreamento em tempo real e cupom de paz.


Publicado em 26/03/2026




O prompt do Tarcísio

por Carlos Castelo

Sou tipo uma pizza meia-calabresa, meia-marguerita.

Usuário (Tarcísio):

Olá, IA. Preciso de ajuda. Estou num nó pior do que trânsito na Marginal Tietê às seis da tarde. Veja só:

1. Tenho que apoiar o Bolsonaro. Afinal, devo minha eleição a ele. Se eu finjo que não apoio, o clã dele vem pra cima de mim com mais força do que as pancadas que dou em martelo de leilão.

2. Mas se eu apoio demais, o empresariado paulista me olha torto. Isso porque o banana do Bananinha foi pedir penico ao Donald e eu fui eu quem pagou o pato. E esses empresários não são de protestar à toa: eles têm colunas na Folha, assinam editoriais e, pior, fecham a torneira do financiamento de campanha.

3. Além disso, quero ser candidato a presidente em 2026. Quer dizer, não quero. Quer dizer, quero, mas não posso querer oficialmente. Se eu disser que sou o nome, o clã Bolsonaro vai dizer que sou ingrato, oportunista, falso paulista de Goiás. E, se bobear, mandar os kids pretos pra cima de mim.

Resultado: sou tipo uma pizza meia-calabresa, meia-marguerita. Todo mundo reclama, mas todo mundo pede.

Pergunta: Como é que eu saio dessa? Como apoio sem apoiar, e como viro candidato sem virar candidato?

 

Resposta da IA:

Caro Tarcísio, você está descobrindo agora o que qualquer camelô do Brás já sabe: quem tenta vender duas mercadorias incompatíveis termina sendo acusado de falsário. Apoiar Bolsonaro, sem apoiar Bolsonaro, é como abrir uma clínica de emagrecimento dentro de uma churrascaria rodízio: um insulto à inteligência do freguês.

Você quer parecer um gestor técnico, mas age como office-boy do bolsonarismo. Quer se vender como moderno para a Faria Lima, mas a única inovação que entrega é inventar desculpas novas para a velha carniça política de sempre.

Esse papo de "estou focado em São Paulo" engana só você mesmo. O eleitorado já entendeu que você é candidato. Do mesmo jeito que já entendeu que palmeirense vai reclamar da arbitragem mesmo vencendo. O teatro acabou, só você insiste em segurar a cortina com fita adesiva.

E sobre o clã Bolsonaro: esqueça. Se acha que vai herdar o espólio, prepare-se para ganhar no máximo um quadro autografado pelo Carluxo.



Portanto, a solução é simples:

1. Tenha coragem e assuma a bronca, ou continue como um daqueles semáforos quebrados da Avenida. Paulista piscando amarelo eternamente, sem servir para nada.

2. Se quiser ser candidato, seja. Se não tiver estômago, volte a dar palestra em sindicato de engenheiros e pare de fingir que é político.

Em suma: o seu dilema não é apoiar sem apoiar, nem ser candidato sem ser candidato. O seu dilema é ser um poste com planilha no Excel.

                              ***

Quer que eu escreva uma versão mais fofa, passando a mão na sua cabeça, Tarcísio?


Publicado em 10/09/2025




Por que O Agente Secreto se chama O Agente Secreto?

por Carlos Castelo

Dúvida nacional

Afinal de contas, por que o filme O Agente Secreto se chama O Agente Secreto?

Porque quando você ouve esse título, logo imagina um sujeito que sabe abrir cofres com um palito de dente, seduzir inimigos com uma sobrancelha e estacionar um carro em alta velocidade sem amassar o para-choque.

Só que o agente secreto do filme é tão secreto que nem ele sabe exatamente quem é. E isso muda tudo.

Porque o glamour da espionagem internacional pressupõe ternos alinhados e explosões ao fundo. Já a espionagem do dia a dia pede coisas mais brasileiras. Como descobrir que está sendo perseguido, mas primeiro terminar de pagar o cafezinho na padaria.

Uma coisa é verdade. Todos nós, em algum momento, já fomos agentes secretos. Quem nunca fingiu entender uma piada? Quem nunca disse “estou chegando” ainda dentro de casa?

Somos uma nação inteira operando em identidades alternativas. O filme apenas profissionalizou a coisa. E talvez a pergunta correta não seja porque o filme se chama O Agente Secreto. Talvez seja: quantos agentes secretos existem por aí sem indicação ao Oscar? Provavelmente muitos. Principalmente, na fila do pão.


Publicado em 17/03/2026




Líderes e suas desculpas psiquiátricas

por Carlos Castelo

De Napoleão a Putin

Napoleão Bonaparte
“Invadi metade da Europa porque tive uma certa paranoia”.

Adolf Hitler
“Fiz tudo aquilo porque tive um delírio de grandeza. O médico disse que passava com repouso, mas acabei repousando a Polônia inteira.”

Josef Stalin
“Mandei milhões para o inferno após uma crise de ansiedade. Achei que todo mundo conspirava contra mim. E, convenhamos, conspirava mesmo.”

Mao Tsé-Tung
“Lancei o Grande Salto Adiante em função de um breve delírio. Vi campos férteis onde só havia fome.”

Winston Churchill
“Prometi sangue, suor e lágrimas graças a um surto causado pelo excesso de whisky, conhaque e charutos.

Ronald Reagan
“Declarei guerra às drogas logo em seguida à uma visão apocalíptica: vi hippies multiplicando-se como gremlins à luz do dia.”

Donald Trump
“Questionei a eleição por causa de uma miragem. Meu espelho dizia que eu tinha vencido.”

Vladimir Putin
“Invadi a Ucrânia devido a um lapso de consciência. O mapa-múndi me disse que ela estava muito perto.”


Publicado em 24/11/2025




DECRETO

por Vasqs

A partir desta data...

Eu, prefeito do mundo, do alto do meu supremo poder, no uso de minhas atribuições legais, declaro a

Imediata Reconfiguração Das Guerras

e dou outras providências.

A partir desta data as guerras não mais serão feitas com armas de fogo; estas serão substituídas por instrumentistas e instrumentos musicais, incluindo o assobio, o gogó e toques de celular.

Quem tiver ao menos uma sanfona, uma rabeca, um berimbau, um corne-inglês, uma flauta doce, um piano de calda ou um bandonion, que se aliste. Quem não tiver, vire-se com um triângulo, uma caixinha de fósforos ou sapato com chapinha de metal, e aliste-se também.

O exército valoroso agora será de bravos violeiros, corajosos zabumbeiros, intrépidos cuiqueiros, destemidos timbaleiros, e , por que não dizer, desassombrados harpeiros, lireiros, fagoteiros, tubeiros, sanfoneiros.

Trocar-se-á (mesoclítico, que isto é um decreto!) o canhão pelo violão, o obuz pelo oboé, a bazuca pelo zabumba, o drone pelo trombone, o ataque pelo atabaque, o ataúde pelo alaúde, e o tanque pelo punk, pelo funk e pelo beat mangue.

Em vez de bum!, ra-tátátá! e skabrum!, far-se-ão guerras com laia-laiá, ôôô, telecoteco e paiscaringundum.

Responder-se-á ao desafinado Netanyahu com uma divisão blindada de 450 axés, 830 forrós e 780 pagodes de fundo de quintal e mais o Bolero de Ravel com a Orquestra Sinfônica de Piracicaba, até que ele, o Bibi, fique bem afinadinho.

E combater-se-ão as trombetas cansadas e alaranjadas de ferrugem do Trump com 3.846 réquiens e uma valsa esperançosa de adeus-já-vai-tarde, tudo no estilo punk-rock-rap mórbido das catacumbas.

E trocar-se-á também o noticiário internacional, por um mais leve, mais harmonioso e mais melífluo.

Assim:
“Filarmônica De Nova Iorque Invade O Irã”
“Irã Responde Com Alaúdes E Cítaras”
"Aiatolá É Executado Por Um Quarteto De Cordas”
“Brasil Desrespeita Tratado De Não–Proliferação De Cantores Sertanejos”
“Lula Manda Gusttavo Lima Pra El Salvador. Bukele Devolve”
"Rússia E Ucrânia Selam A Paz Com Prokofiev E Strawinsky Tudo Juntovsky E Misturadovsky, No Teatro Bolshoi"
“Nobel Da Paz Vai Para A Sinfônica De Viena"
“Tribunal De Haia Muda Pra Sapucaí”
"A Banda Metallica É Bem Recebida No Estreito De Ormuz".


E etc.

Cumpra-se. Cante-se. Toque-se.


Publicado em 26/03/2026




Crônicas Orgânicas 2

por Vasqs

Os bichinhos morrem primeiro

1
Viram? Agora pode enterrar cães em cemitérios humanos, juntos com os donos.
Não sei o que eu penso disso, a Igreja é que não há de gostar, considerando que eles, os cães, só entram na igreja porque encontram a porta aberta, nunca pra rezar. E só saem expulsos, depois de mijar no pé do altar. Uma coisa é certa, as histórias de terror ficarão ainda mais horripilantes, com fantasmas de gente, fantasmas de cães, misturando buuus com auuus.
Evidente que não vai ficar nisso. Uma inscrição assim, poder-se-á (como diria, falando em terror, o conde Temer), encontrar num túmulo:

Aqui jaz a Sra Eunice Serafim Carvalho e seus 8 gatos, 3 calopsitas, 4 peixinhos de aquário, uma iguana e uma porca chamada Waleska. Saudades.

E.T. : Como é natural que os bichinhos morram primeiro, vai acontecer que nós é que seremos enterrados em suas covas. E haverá, no cemitério de gente, um número significativo de túmulos só com bichinhos, que lá estarão por nós esperando, ansiosamente.

2
Vó Matilda nunca leu Sartre, mas sabe de orelhada algumas de suas teorias. Aquela história de “o inferno são os outros” é muito verdadeira, diz ela. Principalmente quando a gente quer soltar um pum... e não está sozinha.

3
Notou? De madrugada não acontece nada, nenhuma notícia. Nem do Japão, nem da Austrália. Nada. De madrugada os fatos dormem.

4
Usava tanto celular e computador que já não sabia se ele próprio era análogo ou digital.

5
Sempre que eu vejo esse povo deslumbrado com o pôr do sol eu penso: puxa, tão melhor uma cruzada de pernas.


Publicado em 07/03/2026




O dia da corte do bobo

por Nelson Moraes

Mas naquele ano foi diferente

Sim, era uma tradição naquele reino. Uma vez por ano a corte era toda do bobo: o rei abdicava simbolicamente e entregava a coroa ao bobo, que se sentava ao trono e era convertido no supremo mandatário do reino por 24 horas. Suas ordens tinham que ser executadas – exceto execuções, menos pra evitar o trocadilho do que pra neutralizar a possibilidade de uma mortandade sem precedentes em um reino já pequeno: havia que se pensar nos impostos.

Tirando isso, valia tudo.

Claro que os "decretos" baixados pelo bobo, no decorrer de sua efêmera gestão, não passavam de pura bufonaria, ou mesmo algum trote com a família real e seus assessores: ele podia ser bobo mas não era bobo. Ficou célebre, por exemplo, a ocasião em que ele anunciou que, a título de homenagem, passaria o dia de seu governo fantasiado de quem mandava de verdade no reino – e apareceu vestido de rainha. Ou quando encenou um golpe de estado, assumindo o trono com a armadura do general do Exército junto com seu cavalo de pau e discursando: "Apesar de ter de dividir o trono com esse animal, ao menos me vanglorio: sou um cavalo ventríloquo!"

Mas naquele ano foi diferente.

Ao raiar do dia, quando lhe foi oferecida a coroa, o bobo, pra surpresa geral, recusou.

– Como assim? – perguntaram.

– Não, ué. Não quero a coroa.

– Então... Não vai ter Dia da Corte do Bobo?

– Claro que vai. Só não quero que mude nada. O rei continua reinando, eu continuo bobo. Só isso.

Ninguém entendeu. Mas como – pelo menos naquele dia – seu desejo era uma ordem, assim foi. Num clima meio embaraçoso, o rei sentou-se ao trono. Baixou seus decretos de forma não muito espontânea, que foram obedecidos de maneira um tanto constrangida. O monarca nunca tinha se sentido tão vulnerável, entregue, postiço. Assim passou-se aquele dia, que pareceu ter 72 horas.

Quando soaram as badaladas matinais do dia seguinte, a primeira medida do rei foi certificar-se de que o Dia da Corte do Bobo havia realmente terminado.

E mandou executar o bobo.


Publicado em 25/02/2026




Messias

por Nelson Moraes

Entram num bar Jesus, o Jim Caviezel e o Bolsonaro

Entram num bar Jesus, o Jim Caviezel e o Bolsonaro.
- Eu fui você - diz o Caviezel pra Jesus, e, apontando o Bolsonaro: - Agora vou ser ele.
- Pois é - fala o Filho do Homem. - E eu achando que o Mel Gibson já tinha te castigado o suficiente.
* * * * *
Entram num bar Jesus, o Jim Caviezel e o Bolsonaro.
- No filme eu interpreto um homem que tem Messias no nome - regozija-se o Caveziel -, e que durante uma campanha é atacado com uma facada.
- Ah, peralá - obtempera Jesus. - O Alcolumbre ter cancelado a sabatina do Messias no Congresso não chegou a configurar uma facada.
- Não é esse Messias a que eu me refiro - resmunga o Caviezel.
E o Filho do Homem:
- Tô tentando limpar sua barra e você não ajuda.
* * * * *
Entram num bar Jesus, o Jim Caviezel e o Bolsonaro.
- Estou interpretando um herói - anuncia o Caveziel.
- Ah - provoca Jesus. - Então desistiu do filme?
- Não! - exalta-se o outro. - Interpreto um herói do mundo neoliberal, enfrentando a sanha incansável da esquerda, sem medo de nada!
E Jesus:
- Nem medo do ridículo, com aquela peruca?
* * * * *
Entram num bar Jesus, o Jim Caviezel e o Bolsonaro.
- O filme vai falar a corações e mentes - proclama o Caviezel - e convencer a plateia de que meu personagem é um líder nato!
- Sei - murmura Jesus. - E o milagreiro aqui sou eu.
- Pois tá aqui o personagem principal - diz o Caviezel, apontando pro Bolsonaro - pra confirmar cada palavra que eu digo!
- Hm - arremata o Filho do Homem. - Bem que notei que ele tá caladão desde que começou a piada.


Publicado em 09/12/2025




AGENDA

Livro
A volta de MoebiusHá quase duas décadas fora de catálogo, o trabalho de Moebius finalmente volta pela editora Tábula.

Moebius é um autor muito prolífico com várias coletâneas e personagens. Suas histórias curtas publicadas da Metal Hurlant (França) e Heavy Metal (EUA), revolucionaram o mercado dos quadrinhos.
Há quase duas décadas fora de catálogo, o trabalho de Moebius finalmente volta pela editora Tábula em uma edição que reúne material consagrado, além de algumas histórias inéditas no Brasil.




Livro
Pária amada, Brasil!Uma seleção meticulosa das máximas mais incisivas e humorísticas de Carlos Castelo

Carlos Castelo lança seu novo livro, "PÁRIA AMADA, BRASIL - 99 aforismos sobre o Brasil & um sobre Portugal”, recheado de observações sarcásticas sobre o país. Uma seleção meticulosa das máximas mais incisivas e humorísticas de Castelo, com base em sua carreira como colunista dos jornais Estadão, Rascunho e O Dia. Castelo criou uma provocação divertida sobre a cultura, a sociedade e as peculiaridades brasileiras. Uma coleção de aforismos que oferece aos leitores uma mistura inusitada de ironia, sagacidade e observações agudas sobre o Brasil. - Tempos Crônicos





Revista
Fenamizah de fevereiroEsta edição conta com a participação de 117 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.

Já está disponível pra download a edição de fevereiro de 2025 da revista eletrônica Fenamizah (edição 76), editada por Aziz Yavuzdoğan. Esta edição conta com a participação de 117 cartunistas e escritores de 39 países diferentes, incluindo cartunistas e escritores de renome mundial.
A revista eletrônica Fenamizah é publicada todo mês em plataformas digitais, oferecida gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo, sem nenhum propósito comercial.
Você pode baixar a edição de fevereiro gratuitamente clicando aqui.





Humor ambientalA floresta também pode ser defendida com traços e sorrisos

A floresta também pode ser defendida com traços e sorrisos, é o que mostra o livro Amazônia Meu Humor – 40 anos em defesa da Amazônia, de Paulo Emmanuel.
A obra reúne quatro décadas de cartuns dedicados à luta ambiental na região, em um registro histórico e artístico que transforma humor em resistência. Emmanuel, referência do humor gráfico na Amazônia, consolida no livro sua trajetória marcada pela crítica afiada e pelo olhar sensível sobre os desafios ecológicos da floresta.




Revista
Edição de abril da Fenamizah80 páginas com 137 cartunistas e escritores de 40 países diferentes

A edição de abril da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 80 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 137 caricaturistas e escritores de 40 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de abril aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Revista
Fenamizah de maioNova edição com trabalhos de 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.

A nova edição da Fenamizah foi publicada, com trabalhos de 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes. Baixe o PDF aqui.
Você também pode acompanhar as novidades no site.
A Fenamizah e-magazine é publicada gratuitamente todos os meses na plataforma digital, com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer finalidade comercial.




Cards
Heróis & HeroínasHomenageando os grandes artistas da música brasileira

No intuito de homenagear personagens históricos da música brasileira, o caricaturista e ilustrador Eduardo Baptistão e Geraldo Leite, músico e radialista, lançam Heróis & Heroínas da Nossa Música, um caixa contendo 52 cards, com as caricaturas e mini biografias dos artistas de MPB, Samba, Choro, Bossa-Nova, etc. Além disso cada card acompanha um QR Code com playlist de cada artista, preparada por Geraldo Leite.




Livro
Cartuns EcológicosPlaneta em Risco" é o sexto livro do cartunista J.Bosco, trazendo 86 cartuns que abordam diversas formas de degradação do meio ambiente.

"Planeta em Risco" é o sexto livro do cartunista paraense J.Bosco, com mais de 40 anos de profissão, são 86 cartuns ecológicos, abordando diversas formas de degradação do meio ambiente, poluição dos rios e mares, desertificação, aquecimento global, extinção de algumas espécies marinhas, crise climática. Um livro com vasto material crítico, com linguagem universal, que nos leva a uma reflexão sobre o tempo de nossa própria existência.





Revista
Especial Dia das MulheresFenamizah comemora o Dia Internacional da Mulher com uma edição especial.

Comemorando o “Dia Internacional da Mulher”, foi publicado junto com a edição de março um álbum especial, “Women Cartoons - Fenamizah Extra”, incluindo cartuns, pinturas, ilustrações e escritos de 112 artistas profissionais e amadores de 34 países. Você pode baixar o PDF aqui ou ler online no site Fliphtml5.




Livro
Histórias MínimasUm olhar afinado de Paulo Batista sobre detalhes do mundo cotidiano.

Um olhar afinado sobre detalhes do mundo cotidiano (que muitas vezes passam desapercebidos) disposto ao longo de oitenta páginas de pequenas HQs. É o conteúdo de Histórias Mínimas, novo livro do cartunista Paulo Batista, publicado pelo selo PB Editorial do próprio autor. “São temas que eu gosto de explorar como cronista do mundo do meu entorno”, diz o artista. Muitas dessas HQs e tirinhas foram publicadas no Instagram e páginas do Facebook identificadas com o mesmo título do livro. Agora editadas na sequência formam uma narrativa ainda mais interessante sob o traço delicado do cartunista. Para mais informações de como comprar o livro acesse aqui pelo Instagram ou Facebook





Livro
Os Migonautas As aventuras bem humoradas de ursos viajando pelo espaço.

Os Migonautas é uma série de tirinhas criadas por Mig Mendes. Com bastante estrada, a tira começou como tira diária de jornal, publicada em O Fluminense de Niterói e outros diários. Nessa época (1991 - 1993) o título era O Urso no Espaço. Depois as tiras foram recriadas para redes sociais no final de 2015, com muito mais cor, desenvolvimento de personagens e arcos formando pequenas histórias. O volume 5 dos Migonautas está em campanha no Catarse.




Revista
Nova edição da FenamizahEm sua 82ª edição, a revista eletrônica Fenamizah apresenta 128 cartunistas e escritores de 40 países diferentes.

Esta 82ª edição da revista eletrônica Fenamizah, publicada por Aziz Yavuzdoğan como editor-chefe e com a participação voluntária de cartunistas e escritores de renome mundial, apresenta 128 cartunistas e escritores de 40 países diferentes. Baixe seu exemplar em PDF aqui ou leia online no Fliphtml5.




Revista
Edição de janeiro da FenamizahJá está disponível a 75ª edição da "Fenamizah", publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan .

Já está disponível a 75ª edição da "Fenamizah", publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan, com participação de 115 cartunistas e escritores de 36 países diferentes. A “Fenamizah E-Magazine” é publicada mensalmente na plataforma digital com a participação voluntária de artistas de todo o mundo. É publicado gratuitamente, sem qualquer finalidade comercial. Baixo o PDF aqui ou leia online no Fliphtml5.




Livro
A lírica visual de FaustoUm lírico passeio gráfico indo do humor à poesia visual.

Fausto Bergocce é cartunista, ilustrador e multiartista visual, com obras que transitam entre o desenho, a pintura, a colagem e a fotografia, integrando aos cartuns, tiras e charges muito desses conhecimentos. Seu novo livro, Simples Cartum, é um lírico passeio gráfico indo do humor à poesia visual.




Livro
O humor de VasqsPapo Gaio de Maritacas

Vasqs vai lançar seu novo livro de humor, Papo Gaio de Maritacas, pela editora Converso. O lançamento será no dia 29 de novembro, das 14h às 17h, no Mi & Mo Gato Café (rua Coronel Oscar Porto, 400), próximo ao metrô Brigadeiro.




Livro
Quadrinhos & PublicidadeA evolução dos quadrinhos na publicidade em centenas de anúncios.

Em uma fascinante jornada que começa no final do século XIX e chega aos dias atuais, Splash! Uma Breve História da Publicidade em Quadrinhos! mostra a evolução dos quadrinhos na publicidade no Brasil e no mundo, em centenas de anúncios.
Splash! Uma Breve História da Publicidade em Quadrinhos! é o resultado de uma pesquisa de quase vinte anos do ilustrador, diretor de arte e pesquisador Toni Rodrigues. O autor buscou, catalogou, apurou informações e recuperou imagens e arquivos considerados há muito perdidos em diversas fontes.




Revista
Nova edição da FenamizahJá está disponível a 83ª edição da Fenamizah, publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan.

Já está disponível a 83ª edição da Fenamizah, publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan. Você pode ler a edição online aqui ou baixar o exemplar em pdf aqui.




Revista
Revista Fenamizah de marçoUma nova edição da revista internacional de humor Fenamizah .

Uma nova edição da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 100 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de março aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Exposição
Quadrinhos no PompidouReunindo fundamentos, surpresas e raridades, a exposição é uma verdadeira celebração dos quadrinhos.

Em 29 de maio foi aberta a exposição “Bande dessinée, 1964 - 2024”, no Centro Georges Pompidou, em Paris. A mostra pretende oferecer um diálogo inédito entre os 3 principais centros de expressão da banda desenhada: a criação europeia, os mangas asiáticos e os quadrinhos americanos. Reunindo fundamentos, surpresas e raridades, a exposição é uma verdadeira celebração dos quadrinhos. A exposição vai até novembro.





Livro
O horror segundo Carlos CasteloCastelo revela que além do humor também habita nele uma inquietante galeria de horrores.

Há escritores que se especializam numa só faceta literária. Vivem e morrem na confortável casinha construída em torno de um único estilo. Não é o caso de Carlos Castelo, figura conhecida por sua trajetória múltipla. Jornalista, humorista, poeta, publicitário premiado e agora — para arrepio de muitos — autor de contos de horror.
Em Dentro de Mim Mora a Sombra, Castelo revela que, além do humor, também habita nele uma inquietante galeria de horrores. Com apresentação luxuosa assinada pelos escritores Bráulio Tavares e Gustavo Ávila, o livro chega como uma inesperada novidade. Quem diria que um dos criadores do icônico grupo Língua de Trapo, símbolo irreverente da São Paulo dos anos 80, também dominasse o sombrio e o macabro?
Inspirado em Edgar Allan Poe e Ambrose Bierce, escritores que transitaram habilmente entre o horror e o humor, Castelo reconhece que esses dois gêneros são como irmãos gêmeos univitelinos. Um provocando o medo, o outro o riso. E nessa coleção de histórias perturbadoras, o autor explora exatamente essa dualidade, mesclando folclore brasileiro, lendas urbanas e os dilemas mais sombrios da vida moderna.




Jornal
Novo vôo do GrifoO jornal apresenta um vasto material de charges e textos combativos, destacando neste número 51 o cinquentenário de Rango de Edgar Vasques.,

Saiu o novo número do Grifo, publicação de humor e política editada pelos cartunistas da Grafar (Grafistas Associados do RS). Publicado desde outubro de 2020, o jornal apresenta um vasto material de charges e textos combativos, destacando neste número 51 o cinquentenário de Rango, antológico personagem criado por Edgar Vasques em plena ditadura militar.




Livro
Tom & LauraO poder no Brasil - a partir do ponto de vista de um casal de vira-latas no cio.

A política brasileira pode ser chamada, às vezes, de uma grande cachorrada. É o que se vê nesta sensacional antologia de tiras em cores do publicitário, compositor e músico Carlos Castelo e do cartunista Bier. Um jeito irreverente, divertido e com sacadas geniais de observar o poder no Brasil - a partir do ponto de vista de um casal de vira-latas no cio. Morra de rir com este livrinho em formato de talão de cheques com a qualidade da Editora Noir.
Opiniões (sinceras) sobre a obra:
"Livrinho ingrato: prova de que o homem é o PIOR amigo do cão..." - Edgar Vasquez
"A tira é boa, mas tirem os cachorros" - Spacca
"Quem são Tom & Laura?" - Laerte
"Que cachorrada do Castelo e do Bier!" - Chico Caruso





Revista
Nova edição da FenamizahPublicada gratuitamente em plataforma digital com a participação voluntária de artistas de todo o mundo.

A edição de dezembro da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 100 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 106 caricaturistas e escritores de 35 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de novembro aqui. Ou ler a revista online nos sites Calameo ou Fliphtml5.





Livro
Ebal – Uma História IlustradaA editora de quadrinhos que marcou época e conquistou corações ganha um livro.

Em 1934, Adolfo Aizen criou o Suplemento Juvenil, publicação que revolucionou os quadrinhos no Brasil e liderou o segmento na maior parte de seus onze anos de existência. Até que, em 1945, Aizen parte para um novo projeto e cria a sua Editora Brasil-América.
Finalmente a editora de quadrinhos que marcou época e conquistou corações, ganha um livro à altura de sua importância. Fartamente ilustrado, com imagens raras e textos elucidativos frutos de uma minuciosa pesquisa realizada por vários autores.




Livro
Relicário de afetosTudo com humor, lirismo e ironia

Carlos Castelo, reconhecido por sua verve humorística e seu olhar afiado para o humano, reúne em seu novo livro, Museu de Musas, letras e poemas escritos ao longo de décadas. São declarações tardias, confissões improvisadas, bilhetes que nunca foram entregues. Musas reais ou inventadas, passageiras ou perenes, todas reunidas neste espaço de palavras que ora se parece com um quarto de pensão, ora com um altar pagão.




Livro
VizungaObra-prima de Colin retorna em volume inédito pela editora Veneta.

Criado por Flavio Colin (1930–2002) e publicado originalmente em tiras diárias, entre 1964 e 1966, na Folha de S. Paulo, Vizunga é um dos pontos mais altos na história dos quadrinhos brasileiros. As tiras reúnem histórias do pescador e caçador Parcival de Carvalho, o Vizunga, e misturam elementos da cultura gráfica popular brasileira com o modernismo, em narrativas cheias de aventura, ironia e crítica social. Vizunga retorna em um volume inédito pela editora Veneta.




Livro
Níquel NáuseaFazendo 40 anos

Níquel Náusea, personagem imortal de Fernando Gonsales, está fazendo 40 anos. E a Z Edições apresenta esta coleção que irá reunir todas as tiras criadas por Fernando nessas quatro décadas.




Livro
Mortadelo e Salaminho estão de voltaOs agentes da T.I.A. agora com duas HQs em uma única edição

A Figura Editora ouviu o público, e o segundo volume de Mortadelo e Salaminho chega com dose dupla de HQs do genial Francisco Ibáñez. Isso mesmo, são duas aventuras dos agentes da T.I.A. em uma mesma edição de 96 páginas!




Revista
Fenamizah de julhoA edição de julho da revista internacional de humor Fenamizah foi publicada.

A edição de julho da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. Editada por Aziz Yavuzdoğan e publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de julho aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Jornal
Nova edição do GrifoO acordo que China e América Latina estão costurando para superar a violência trumpista

No GRIFO 55, Jef Miola questiona “Que Congresso é esse?” (e nem tinha acontecido a barbárie contra Marina Silva). Essa postura agressiva e direitista não é exclusividade brasileira, mostram Luiz Faria analisando Trump, Tarso Riccordi questionando o “desprefeito” de Porto Alegre. Já Winckler aborda o acordo que China e América Latina estão costurando para superar a violência trumpista. Coisa que ficou bem ilustrada na capa do Eugênio Neves.




Revista
Fenamizah de junho80ª edição da Fenamizah e-magazine

A 80ª edição da Fenamizah e-magazine está disponível para leitura online ou download. Editada por Aziz Yavuzdoğan, a nova edição conta com a participação voluntária de 130 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.