CRÔNICAS


Poesia, justo no domingo?

por Carlos Castelo

Suspiros poéticos e macarronada com frango

Amor (desde que o coração tenha mais de uma saída)

Marlene, te amo com paixão integral,

mas exclusividade, convenhamos,
é um hábito medieval.


Quero ser teu eternamente
e meu, ocasionalmente.

Não é falta de amor, Marlene,
é excesso de modernidade,

o desejo de somar carinho,
e liberdade à irresponsabilidade.


Você gostou da proposta:

abriu a porta

e me pôs na rua
sem resposta.

Eu queria liberdade, aventura,
e uma vida sem algemas,


Você concordou na hora
E já saiu com três moças
e um cara de Diadema.


Agora peço, tomado pela culpa
Marlene, fechemos o relacionamento.

Vamos rever o meu argumento


Publicado em 27/09/2026




Nova retórica

por Carlos Castelo

Sobre o debate-insulto

A mídia inventou o sacramento perfeito da democracia brasileira: o debate-insulto na TV.

Discutir ideias dava trabalho. Exigia leitura, memória, sujeito, predicado e alguma vergonha. Agora basta uma sobrancelha levantada e um “você é um mentiroso”.

O candidato entra no palco com três assessores, cinco pesquisas, vinte marqueteiros e um argumento que cabe num tuíte. Programa de governo? Coisa de alfaiate. O que veste bem qualquer um é o melhor.

A nova retórica possui três movimentos clássicos: interromper, berrar e indignar-se com o berro alheio. Se houver tempo, aponta-se o dedo.

O mediador pede civilidade com a voz de quem anuncia promoção de linguiça toscana. E ninguém escuta.

Vence quem produz a melhor pancadaria verbal. Não interessa se falsa, tosca ou analfabeta. Importa que renda corte, clique, torcida e camiseta.

A política, por fim, descobriu sua vocação: transformar a República num bate-boca de condomínio com iluminação de estúdio.

No dia seguinte, ninguém sabe a proposta para a educação. Mas todos repetem, felizes, quem chamou quem de canalha.


Publicado em 25/08/2026




A arte da blindagem

por Carlos Castelo

O improvável em business

Ney Sênior, devia ocupar um cargo público. Não qualquer um. Procurador da República seria pouco. O posto ideal seria Advogado do Diabo. Não porque defenda causas impossíveis, mas pela capacidade de transformar o improvável em business.

Tem pai que carrega a mochila do filho. Outros levam a carreira inteira nas costas (mas cobram pedágio). Seu Ney fez da paternidade uma holding. Onde o cidadão comum enxerga um atleta, ele vê um ativo financeiro cercado de cláusulas, patrocínios e blindagens jurídicas. Afeto, ali, usa terno e gravata.

Não deixa, contudo, de ser um talento. Muitos fazem gestão de fortunas. Ele administra versões. E todos sabem: versão bem embalada vale muito mais que verdade mal penteada.

Hoje em dia qualquer polêmica precisa apenas de um bom porta-voz. A realidade perdeu espaço para a assessoria de imprensa. E a narrativa, essa sim, ganhou holofotes.

Ney Sênior jamais entra em campo no tempo regulamentar, sempre surge na prorrogação. O futebol, para ele, virou somente o departamento mais vistoso da empresa familiar. O resto é contenção de danos transformado em modelo de negócio.

Se viesse para o Brasil, sem dúvida, o cramulhão pediria consultoria ao seu Ney antes de assinar os contratos.


Publicado em 06/08/2026




Não desmatem minha reputação

por Carlos Castelo

Sobre celulose e livros

Recentemente, uma escritora pediu ao público que não comprasse seus livros porque eles são feitos de celulose, celulose vem das árvores e, portanto, consumir literatura seria como entrar numa floresta com uma motosserra e péssimas intenções.

Aproveito a ocasião para fazer um apelo semelhante: não comprem os meus livros. E por uma razão muito mais séria: eles podem ser lidos. Esse é o perigo.

Enquanto o livro permanece na livraria, sou um escritor brilhante. Misterioso. Talvez genial. Certamente incompreendido, o que é a forma mais acessível de genialidade. Mas, no instante em que alguém adquire a obra, abre e começa a ler, todo o meu prestígio fica perigosamente dependente das páginas seguintes.

Não posso correr esse risco. Comprem, por favor, livros de autores mortos. Eles não têm mais reputação a perder e raramente respondem às críticas.

Além disso, se vocês comprarem meus livros, provavelmente ganharei dinheiro. Se eu elevar meu patrimônio, posso me considerar bem-sucedido. E todo autor bem-sucedido corre o risco de começar a dar palestras sobre humildade.

Assim, continuem protegendo as árvores, se quiserem. Mas, por favor, preservem minha carreira. Não comprem meus livros.


Publicado em 13/08/2026




O cupins

por Vasqs

Não existe cupim sozinho

Não existe cupim no singular, ou não deveria existir. Como o lápis, o vírus, o correto seria o cupins. Quem discorda deve provar que já viu algum dia um cupim sozinho. Não existe cupim sozinho, ao contrário, eles vivem às dezenas, centenas, milhares. Formam um exército - ou por outra, o cupim é esse exército - monolítico, uno, poderosíssimo e destrutivo como o de Átila, o rei dos também hunos, que por onde passava não deixava cupim, ou melhor, não deixava capim. Cupim não sei se ele deixava.

Num episódio, a Pantera Cor-de-Rosa luta com um cupim. Um só. Primeiro ele rói os pés de uma cadeira,de uma mesa, um abajur, o teto, o piso. Por fim, ele destrói a casa toda. Um só! Isso no desenho, na realidade, pra roer uma casa inteira eles precisam desse exército, tipo um por todos, todos somos um. E conseguem, mesmo não sendo desenho, mas sendo esse inseto desgraçado, morfético e virulento.

Em francês chama-se termite; em inglês, termita. Alnaml, em árabe, uipoka, em bengalês, bályi, em chinês; shiroar, em japonês. Quer dizer, tem, como se era de desesperar, cupim no mundo inteiro. E encontramos, pois pesquisamos, akhala, em aramaico! O que nos permite supor que tem cupim até no Paraíso Celeste, onde mora Deus, uma vez que aramaico é a sua, de Deus, língua.

Tem mais cupim no mundo que gente na China e na Índia juntos - e que estrelas no céu, e que gelo no polo norte, e que puxa-saco em Brasília. Puxa-sacos, não cupins - tantos são os caras-de-pau na cidade que é improvável que cupim lá se crie. Ah, cupincha sim, esse é um outro gentílico.

E não engordam - os cupins, não os cupinchas. Ao mesmo tempo que roem, desroem. O que você pensa que é pó de madeira, não é, é cocô, cocô de cupim. Um cientista esperto estudaria essa peculiaridade pra tirar dela a fórmula definitiva pra emagrecer pessoas, sem precisar de ozempic.

Decididamente os cupins, como as baratas, herdarão a Terra. Os métodos de dedetização são falíveis e caros: cobram-se $2 mil paus pra descupinizar um cômodo de 3 m2 ! Então a gente aprende que são vários os tipos de cupim: o de madeira, o de solo e o de bolso.

Uma coisa aliada à outra - a voracidade, o pantagruelismo dessa praga e o preço escorchante da dedetização -, os cupins liquidarão o planeta antes mesmo que o homem. Ou seja, o cupim é um tipo de capitalista selvagem, assim como vice-versa.

São silenciosos, são traiçoeiros - os cupins e os capitalistas - como nicotina no pulmão, álcool no fígado, conspiradores no Planalto. Agem pelas costas - quando se menos espera, o exército, o de cupins, nhóc!, já comeu sua casa.

E sua casa é seu lar, seu patrimônio, e não um desenho animado. Portanto, cuidado com o cupins, cuidado com o termita, cuidado com o uipoka, etc.

Cuidado especialmente com o akhala - esse, nem Deus ele respeita.


Publicado em 28/09/2026




Papo de galinha

por Vasqs

Lá até o frio é comunista. E nem tem Brad Pitt

Duas galinhas cacarejam enquanto ciscam e ciscam enquanto cacarejam. Uma formiguinha, cócó, uma minhoca, cococó. O papo vai longe.

- Na frente de uma livraria tem uma réplica da Mafalda.
- Não conheço.
- Personagem do Quino, Susana.
- Não conheço.
- Uma criança prodígio, incrível, uma pensadora.
- Comunista?
- Todo mundo quer fazer selfie com ela.
- Esse Quino é comunista?
- Não sei, era um gênio criativo.
- O que a Matilda pensa?
- Mafalda. Matilda é outra, uma que gosta de ler.
- Outra comunista.
- A Mafalda tem uma visão crítica da sociedade, do mundo, da vida...
- Não falei? É comunista... Sabia que minha sobrinha vai se casar?
- Não diga, parabéns!
- Vai passar a lua de mel em Miami.
- Que chique.
- 15 dias! É meu sonho que ela realiza.
- Quando?
- Em agosto. Vão passear na Disney.
- Ver o Mickey, que massa!
- E acho que vão visitar as rachaduras de San Andrés.
- "Falhas". E estão na Califórnia.
- Sou fissurada nisso, outro sonho meu...
- Em falha geológica, Susana?!
- E na Disney, sou fissurada na Disney. E em Hollywood. Pensou, Virgínia, uma selfie com o Brad Pitt?!
- Não me faz o gosto.
- Falar nisso o noivo se parece com ele, um príncipe! Tem até carro!
- Puxa!
- Outro sonho meu.
- Um carro?
- Um príncipe. Com carro. E você, pra onde gostaria de ir?
- Hum... talvez Espanha... talvez Rússia.
- Rússia? Que tem lá além de comedores de pintinhos?
- Comunismo de novo... Acabou faz 30 anos. Já tem até MacDonalds.
- Você acredita nisso?
- E tem a Transiberiana.
- A Transilvânia fica lá?
- Transiberiana. Sete dias viajando de trem, de leste a oeste. Que emocionante deve ser!
- Que atraso deve ser. Dez dias num trem!
- Sete. Eles têm uma cultura pródiga, Susana, secular! Dostoievsky, Tchaicovsky ,Kasparov, Gagarin, Sharapova, o Bolshoi, Einseintein...
- O da língua?
- Esse é o Einstein.
- E um frio dos diabos.
- Isso eu concordo.
- Lá até o frio é comunista. E nem tem Brad Pitt.
- Magina, ator ruim tem em todo lugar.
- Já encomendei pra minha sobrinha um secador, uma chapinha, uma escova modeladora, 4 bolsas e um air fryer, ... Tem air fryer na Rússia?
- Se tiver, não com esse nome.
- E um ativador de cachos, um triturador,... Quer alguma coisa? Tem minhocas em conserva, pedi 10 caixas .
- Processadas, industrializadas? Não, obrigada...Epa! falar nisso, achei uma! Uau, que suculenta. E totalmente orgânica!
- Puxa, que sorte... Ih,...ouviu? Meu galo tá cantando... Tenho que ir, se ele chega e não tem o que comer, tô depenada.
- Leva essa minhoca.
- Posso? Nossa, você é muito generosa.
- Nada, é bom dividir.
- Obrigada, Deus lhe pague.
- Tem diquê não, depois você me empresta o air fryer.
- Hã? Ah...Tchau, Virgínia.
- Tchau, ...papafrita.


Publicado em 25/07/2026




O Viúvo-Negro

por Vasqs

Ninguém mais queria se casar com o Bonfim

O Bonfim se casou, e a mulher, que se chamava Brigite, morreu dois anos depois. Era culta, conhecia toda obra de Maupassant, mas fraquinha: saiu uma noite dessas de muito frio, pegou uma pneumonia e pifou de um jeito muito parecido com o de uma personagem do contista.

Casou- se de novo, o Bonfim . Dois anos depois, de novo perdeu a esposa. Essa, de nome Maria Auxiliadora, uma santa de mulher, foi atropelada por uma ambulância que socorria outra mulher, que sobreviveu a esse acidente mas morreu de outro, um Acidente Vascular Cerebral, qie a levara ao hospital.

Pois o Bonfim não se deu por rogado. Casou-se uma terceira vez e uma terceira vez morreu a esposa, também ao completar dois anos de matrimônio. Esta, chamada Marcélia, morreu porque se lhe abateu uma súbita, inexplicável e profunda depressão e morreu porque se matou ingerindo três caixas de cloridrato de sertralina 100 mg.

Ninguém mais queria se casar com o Bonfim. Mas como ele tinha boas economias - na verdade era rico, bem rico - fixou um cartaz na praça da cidade oferecendo à moça que a ele se juntasse "vida nababesca, empregadas, motoristas, conforto à bessa e muita paz". O diabo foi essa palavra "paz", que foi interpretada por algumas moças como coisa de cemitério. Ele riscou a palavra paz e dessa vez a frase foi interpretada por outras como que, sem paz, não teriam sossego, pensando o tempo todo que a qualquer momento poderiam bater as botas - e a gente sabe como as moças adoram calçar botas.

Não foi fácil, levou algum tempo, mas encontrou uma, de nome Anita Lenita, jovem e pobre, que sempre quis comer ravioli de trufas brancas e nunca teve dinheiro pra comprar, e que sonhava ter muitos filhos.

Comeria quantos raviolis de trufas brancas quisesse, teria quantos filhos quisesse, garantiu o Bonfim. Case-se comigo!, ele pediu.

Quando estava pra completar dois anos de casamento, ela já grávida do segundo filho, o Bonfim virou anjo da guarda e cobriu a mulher de proteção. Contratou o melhor convênio médico, desses 5.0, com restaurante digno de um 3 estrelas Michelin, quarto 6x8, 5 enfermeiras, 4 médicos particulares e uma UTI à disposição só pra ela.

Mas eu não tenho nada, querido, estou me sentindo muito bem, ela dizia. Nunca se sabe, sempre bom prevenir, ele ponderava. E ligava pra ela de hora em hora, se se sentia bem, se comera bem, que deveria descansar, cuidado nas escadas, não saia sozinha nas ruas, cuidado com as balas perdidas e com as calçadas cheias de buracos.

Lá um dia, fazendo a caminhada habitual, de manhazinha, uma manhazinha fresca, saudável, despoluída, sentiu um ráio fulminante e definitivo no peito e caiu como uma jaca madura estatelada no chão.

Ele, não ela.

Ela, e não ele, agora passou a ser vista como um risco. Ninguém queria se relacionar, sequer se aproximar, muito menos se casar com ela, mesmo com todo dinheiro que herdara. E herdara coisa de $2.756 milhões, fora um automóvel, fora uma caminhonete, fora a casa, um casão, e 5 cães de raça importados da Europa, que somados valiam uns 200 mil dólares.

Forte assim, capaz de enviuvar-se de um agourento empedernido como o Bonfim, que se enviuvara antes de três esposas, ninguém era besta de se arriscar.

Solteira, solitária, abandonada e frágil, enlanguescida e quase sem fala, como a Nannerl Mozart, que morreu em 1829, em Salzburgo, na Áustria, a Anita Lenita foi encontrada morta em sua casa, um casão, com a cabeça caída num prato de ravioli de trufas brancas.

Tinha 68 anos e dois filhos, apenas dois.


Publicado em 05/08/2026




Do Ovo Como Arma Letal

por Nelson Moraes

Vamos aos casos mais notórios

É notório o risco que o ovo representa como arma, dada à alta letalidade (arma de fogo, se for frito; arma química, se estiver vencido; arma branca, se for de granja) advinda de seu uso em tentativas de homicídio contra políticos. Vamos aos casos mais notórios:

Em 1865 Abraham Lincoln assistia a uma peça, no Teatro Ford, em Washington, DC, quando John Wilkes Booth invadiu o camarote presidencial e atirou um ovo à mancha-roupa na nuca do presidente. Booth na ocasião gritou em latim algo como "Sempre ovos aos tiranos", fugiu e foi localizado dias depois, em um – óbvio – celeiro, na Virgínia, escondido no meio das galinhas, provavelmente em busca de munição para novos atentados.

Em 1914 a comitiva do arquiduque Franz Ferdinand, em visita a Sarajevo, foi alvejada a ovos por Gavrilo Princip, que sempre detestou as menções feitas pelo arquiduque à personalidade forte das mães sérvias – menções que, por conta da língua presa do estadista, soavam em servo-croata como "galinhas poedeiras". Os ovos atirados por Princip, como forma de sarcástico protesto, não combinaram com o impecável branco da farda de gala do arquiduque, o que deu início à Primeira Guerra Mundial.

Em 1963, John F. Kennedy, em visita a Dallas, no Texas, passeando em carro aberto, foi atingido na cabeça por vários ovos disparados por Lee Harvey Oswald, capturado pouco tempo depois graças às manchas de gema em seu avental - apesar dele jurar que evitava ovos por conta do colesterol. A perícia provou que os ovos vinham da granja de Jack Ruby, um dono de boate em Dallas, que criava galinhas com fins eleitorais. No caso, candidatá-las ao Congresso pelo Partido Republicano.

No Brasil o uso de ovos em atentados fatais contra políticos é marcado pela polarização. Há quem defenda a cartela com doze e há quem prefira a cartela com trinta.


Publicado em 28/09/2026




Perdeu, otário!

por Nelson Moraes

Agora o crime organizado vai ter gabinete.

– Perdeu! Perdeu, otário! Vai passando, rapidão!
– Calma. Leva, mas não atira. Eu tenho esse celular, o relógio e cinquenta reais na carteira, que...
– “Não atira?” E eu lá tô armado, ô vacilão? Tu viu algum berro aqui comigo? Tô só falando pra tu passar!
– Er. Passar o quê?
– Vergonha, raiva, arrependimento! E rapidão, porque se deixar pra depois tu esquece!
– Esqueço o quê?
– Tu viu que a Câmara aprovou a PEC da Blindagem?
– Ah, sim.
– “Ah, sim”? “Ah, sim?” Agora o crime organizado vai ter gabinete lá dentro, gozar de impunidade, sem ninguém incomodar, e tu me vem com “Ah, sim”?
– Sabe como é, né.
– Sei como é não, otário. Me explica!
– Er. Sei lá.
– Ah, desisto. Tu já esqueceu mesmo. Vai circulando então, mané. Vaza, vaza! E ó: não olha pra trás, hein!
– Por quê?
– Tu já não enxerga um palmo adiante do nariz, se olhar pra trás aí é que fudeu.


Publicado em 21/09/2025




Mick Jagger entra num bar...

por Nelson Moraes

Droga! Perdi a aposta.

O Mick Jagger entra num bar do MetLife Stadium, vestindo a camisa da seleção brasileira.
– Ih – diz o barman. – Perdi minha aposta.
– Apostou em quem? – pergunta o Mick.
– No Boston Celtics.
– Mas o Celtics não joga futebol.
– Pois é – arremata o barman. – A seleção brasileira também não.

*******

O Mick Jagger entra num bar do MetLife Stadium, vestindo a camisa da seleção inglesa.
– Droga – diz o barman. – Perdi a aposta.
– Ué – diz o Mick. – A Inglaterra nem jogou ainda.
E o barman:
– É que eu apostei que o Keith Richards é que ia aparecer.

*******

O Mick Jagger entra num bar do MetLife Stadium, vestindo a camisa da seleção iraniana.
– Oba – diz o barman. – Ganhei a aposta.
– Como assim? – diz o Mick. – O jogo com a Nova Zelândia terminou empatado.
– Não – explica o barman. – Eu apostei que você não ia sair inteiro desse estádio hoje.


Publicado em 16/06/2026



AGENDA

Livro
Culpa dos infernosO cartunista J. Bosco inverte a lógica do mal em sua sétima obra autoral

O cartunista J. Bosco inverte a lógica do mal em sua sétima obra autoral, O Diabo tem as Costas Largas, mostrando como as mazelas sociais nascem das escolhas humanas através de cartuns premiados e inéditos.
O livro conta com 62 páginas coloridas e reúne dezenas de cartuns, muitos deles inéditos e outros já premiados em salões de humor ao redor do mundo.
A proposta de J. Bosco é inverter a lógica tradicional do imaginário popular. Em vez de apontar para o diabo como o culpado externo por todos os males, o artista explora como o “mal” nasce das escolhas humanas cotidianas. Através do humor, a obra aborda temas espinhosos como corrupção, racismo, violência, devastação ambiental e fanatismo, transformando o personagem central em um observador irônico da nossa sociedade.




Livro
A volta de MoebiusHá quase duas décadas fora de catálogo, o trabalho de Moebius finalmente volta pela editora Tábula.

Moebius é um autor muito prolífico com várias coletâneas e personagens. Suas histórias curtas publicadas da Metal Hurlant (França) e Heavy Metal (EUA), revolucionaram o mercado dos quadrinhos.
Há quase duas décadas fora de catálogo, o trabalho de Moebius finalmente volta pela editora Tábula em uma edição que reúne material consagrado, além de algumas histórias inéditas no Brasil.




Revista
Nova edição da FenamizahPublicada gratuitamente em plataforma digital com a participação voluntária de artistas de todo o mundo.

A edição de dezembro da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 100 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 106 caricaturistas e escritores de 35 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de novembro aqui. Ou ler a revista online nos sites Calameo ou Fliphtml5.





Cards
Heróis & HeroínasHomenageando os grandes artistas da música brasileira

No intuito de homenagear personagens históricos da música brasileira, o caricaturista e ilustrador Eduardo Baptistão e Geraldo Leite, músico e radialista, lançam Heróis & Heroínas da Nossa Música, um caixa contendo 52 cards, com as caricaturas e mini biografias dos artistas de MPB, Samba, Choro, Bossa-Nova, etc. Além disso cada card acompanha um QR Code com playlist de cada artista, preparada por Geraldo Leite.




Livro
Quadrinhos & PublicidadeA evolução dos quadrinhos na publicidade em centenas de anúncios.

Em uma fascinante jornada que começa no final do século XIX e chega aos dias atuais, Splash! Uma Breve História da Publicidade em Quadrinhos! mostra a evolução dos quadrinhos na publicidade no Brasil e no mundo, em centenas de anúncios.
Splash! Uma Breve História da Publicidade em Quadrinhos! é o resultado de uma pesquisa de quase vinte anos do ilustrador, diretor de arte e pesquisador Toni Rodrigues. O autor buscou, catalogou, apurou informações e recuperou imagens e arquivos considerados há muito perdidos em diversas fontes.




Exposição
Quadrinhos no PompidouReunindo fundamentos, surpresas e raridades, a exposição é uma verdadeira celebração dos quadrinhos.

Em 29 de maio foi aberta a exposição “Bande dessinée, 1964 - 2024”, no Centro Georges Pompidou, em Paris. A mostra pretende oferecer um diálogo inédito entre os 3 principais centros de expressão da banda desenhada: a criação europeia, os mangas asiáticos e os quadrinhos americanos. Reunindo fundamentos, surpresas e raridades, a exposição é uma verdadeira celebração dos quadrinhos. A exposição vai até novembro.





Livro
O horror segundo Carlos CasteloCastelo revela que além do humor também habita nele uma inquietante galeria de horrores.

Há escritores que se especializam numa só faceta literária. Vivem e morrem na confortável casinha construída em torno de um único estilo. Não é o caso de Carlos Castelo, figura conhecida por sua trajetória múltipla. Jornalista, humorista, poeta, publicitário premiado e agora — para arrepio de muitos — autor de contos de horror.
Em Dentro de Mim Mora a Sombra, Castelo revela que, além do humor, também habita nele uma inquietante galeria de horrores. Com apresentação luxuosa assinada pelos escritores Bráulio Tavares e Gustavo Ávila, o livro chega como uma inesperada novidade. Quem diria que um dos criadores do icônico grupo Língua de Trapo, símbolo irreverente da São Paulo dos anos 80, também dominasse o sombrio e o macabro?
Inspirado em Edgar Allan Poe e Ambrose Bierce, escritores que transitaram habilmente entre o horror e o humor, Castelo reconhece que esses dois gêneros são como irmãos gêmeos univitelinos. Um provocando o medo, o outro o riso. E nessa coleção de histórias perturbadoras, o autor explora exatamente essa dualidade, mesclando folclore brasileiro, lendas urbanas e os dilemas mais sombrios da vida moderna.




Jornal
Nova edição do GrifoO acordo que China e América Latina estão costurando para superar a violência trumpista

No GRIFO 55, Jef Miola questiona “Que Congresso é esse?” (e nem tinha acontecido a barbárie contra Marina Silva). Essa postura agressiva e direitista não é exclusividade brasileira, mostram Luiz Faria analisando Trump, Tarso Riccordi questionando o “desprefeito” de Porto Alegre. Já Winckler aborda o acordo que China e América Latina estão costurando para superar a violência trumpista. Coisa que ficou bem ilustrada na capa do Eugênio Neves.




Livro
Relicário de afetosTudo com humor, lirismo e ironia

Carlos Castelo, reconhecido por sua verve humorística e seu olhar afiado para o humano, reúne em seu novo livro, Museu de Musas, letras e poemas escritos ao longo de décadas. São declarações tardias, confissões improvisadas, bilhetes que nunca foram entregues. Musas reais ou inventadas, passageiras ou perenes, todas reunidas neste espaço de palavras que ora se parece com um quarto de pensão, ora com um altar pagão.




Revista
Fenamizah de junho80ª edição da Fenamizah e-magazine

A 80ª edição da Fenamizah e-magazine está disponível para leitura online ou download. Editada por Aziz Yavuzdoğan, a nova edição conta com a participação voluntária de 130 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.




Livro
Cartuns EcológicosPlaneta em Risco" é o sexto livro do cartunista J.Bosco, trazendo 86 cartuns que abordam diversas formas de degradação do meio ambiente.

"Planeta em Risco" é o sexto livro do cartunista paraense J.Bosco, com mais de 40 anos de profissão, são 86 cartuns ecológicos, abordando diversas formas de degradação do meio ambiente, poluição dos rios e mares, desertificação, aquecimento global, extinção de algumas espécies marinhas, crise climática. Um livro com vasto material crítico, com linguagem universal, que nos leva a uma reflexão sobre o tempo de nossa própria existência.





Livro
Ebal – Uma História IlustradaA editora de quadrinhos que marcou época e conquistou corações ganha um livro.

Em 1934, Adolfo Aizen criou o Suplemento Juvenil, publicação que revolucionou os quadrinhos no Brasil e liderou o segmento na maior parte de seus onze anos de existência. Até que, em 1945, Aizen parte para um novo projeto e cria a sua Editora Brasil-América.
Finalmente a editora de quadrinhos que marcou época e conquistou corações, ganha um livro à altura de sua importância. Fartamente ilustrado, com imagens raras e textos elucidativos frutos de uma minuciosa pesquisa realizada por vários autores.




Livro
VizungaObra-prima de Colin retorna em volume inédito pela editora Veneta.

Criado por Flavio Colin (1930–2002) e publicado originalmente em tiras diárias, entre 1964 e 1966, na Folha de S. Paulo, Vizunga é um dos pontos mais altos na história dos quadrinhos brasileiros. As tiras reúnem histórias do pescador e caçador Parcival de Carvalho, o Vizunga, e misturam elementos da cultura gráfica popular brasileira com o modernismo, em narrativas cheias de aventura, ironia e crítica social. Vizunga retorna em um volume inédito pela editora Veneta.




Revista
Fenamizah em edição especialEdição especial dos mestres do cartum mundial

A Fenamizah apresenta uma edição especial com 100 páginas em homenagem aos mestres do cartum mundial, apresentando trabalhos de Steinberg, Ziraldo, Mordillo, Hoffnung, dentre outros. Leia online ou baixe o pdf




Livro
Pária amada, Brasil!Uma seleção meticulosa das máximas mais incisivas e humorísticas de Carlos Castelo

Carlos Castelo lança seu novo livro, "PÁRIA AMADA, BRASIL - 99 aforismos sobre o Brasil & um sobre Portugal”, recheado de observações sarcásticas sobre o país. Uma seleção meticulosa das máximas mais incisivas e humorísticas de Castelo, com base em sua carreira como colunista dos jornais Estadão, Rascunho e O Dia. Castelo criou uma provocação divertida sobre a cultura, a sociedade e as peculiaridades brasileiras. Uma coleção de aforismos que oferece aos leitores uma mistura inusitada de ironia, sagacidade e observações agudas sobre o Brasil. - Tempos Crônicos





Revista
Especial Dia das MulheresFenamizah comemora o Dia Internacional da Mulher com uma edição especial.

Comemorando o “Dia Internacional da Mulher”, foi publicado junto com a edição de março um álbum especial, “Women Cartoons - Fenamizah Extra”, incluindo cartuns, pinturas, ilustrações e escritos de 112 artistas profissionais e amadores de 34 países. Você pode baixar o PDF aqui ou ler online no site Fliphtml5.




Revista
Edição de abril da Fenamizah80 páginas com 137 cartunistas e escritores de 40 países diferentes

A edição de abril da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 80 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 137 caricaturistas e escritores de 40 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de abril aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Livro
Caricaturas de J.BoscoMúsica, cinema, literatura e caricaturas

O livro J.Bosco Caricaturas (formato 23 x 27 cm - 90 páginas) retrata algumas celebridades da música, cinema e literatura em traços preto e branco, uma homenagem ao estilo clássico da caricatura. São 75 desenhos, entre eles Lupicinio Rodrigues, Quenti Tarantino, e Ariano Suassuna, com apresentação de escritores e caricaturistas como, Miran (editor e diretor da revista Gráfica), Marko Ajdarik, Haroldo Gepp, Luciano Magno, Solda e Adriano Barroso. O livro faz parte das comemorações dos 25 anos de atuação de J.Bosco no jornal O Liberal, de Belém do Pará, como chargista diário e caricaturista.




Revista
Nova edição da FenamizahJá está disponível a 83ª edição da Fenamizah, publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan.

Já está disponível a 83ª edição da Fenamizah, publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan. Você pode ler a edição online aqui ou baixar o exemplar em pdf aqui.




Jornal
Novo vôo do GrifoO jornal apresenta um vasto material de charges e textos combativos, destacando neste número 51 o cinquentenário de Rango de Edgar Vasques.,

Saiu o novo número do Grifo, publicação de humor e política editada pelos cartunistas da Grafar (Grafistas Associados do RS). Publicado desde outubro de 2020, o jornal apresenta um vasto material de charges e textos combativos, destacando neste número 51 o cinquentenário de Rango, antológico personagem criado por Edgar Vasques em plena ditadura militar.




Revista
Nova edição da FenamizahEm sua 82ª edição, a revista eletrônica Fenamizah apresenta 128 cartunistas e escritores de 40 países diferentes.

Esta 82ª edição da revista eletrônica Fenamizah, publicada por Aziz Yavuzdoğan como editor-chefe e com a participação voluntária de cartunistas e escritores de renome mundial, apresenta 128 cartunistas e escritores de 40 países diferentes. Baixe seu exemplar em PDF aqui ou leia online no Fliphtml5.




Livro
Histórias MínimasUm olhar afinado de Paulo Batista sobre detalhes do mundo cotidiano.

Um olhar afinado sobre detalhes do mundo cotidiano (que muitas vezes passam desapercebidos) disposto ao longo de oitenta páginas de pequenas HQs. É o conteúdo de Histórias Mínimas, novo livro do cartunista Paulo Batista, publicado pelo selo PB Editorial do próprio autor. “São temas que eu gosto de explorar como cronista do mundo do meu entorno”, diz o artista. Muitas dessas HQs e tirinhas foram publicadas no Instagram e páginas do Facebook identificadas com o mesmo título do livro. Agora editadas na sequência formam uma narrativa ainda mais interessante sob o traço delicado do cartunista. Para mais informações de como comprar o livro acesse aqui pelo Instagram ou Facebook





Revista
Fenamizah de fevereiroEsta edição conta com a participação de 117 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.

Já está disponível pra download a edição de fevereiro de 2025 da revista eletrônica Fenamizah (edição 76), editada por Aziz Yavuzdoğan. Esta edição conta com a participação de 117 cartunistas e escritores de 39 países diferentes, incluindo cartunistas e escritores de renome mundial.
A revista eletrônica Fenamizah é publicada todo mês em plataformas digitais, oferecida gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo, sem nenhum propósito comercial.
Você pode baixar a edição de fevereiro gratuitamente clicando aqui.




Livro
A lírica visual de FaustoUm lírico passeio gráfico indo do humor à poesia visual.

Fausto Bergocce é cartunista, ilustrador e multiartista visual, com obras que transitam entre o desenho, a pintura, a colagem e a fotografia, integrando aos cartuns, tiras e charges muito desses conhecimentos. Seu novo livro, Simples Cartum, é um lírico passeio gráfico indo do humor à poesia visual.




Livro
Os Migonautas As aventuras bem humoradas de ursos viajando pelo espaço.

Os Migonautas é uma série de tirinhas criadas por Mig Mendes. Com bastante estrada, a tira começou como tira diária de jornal, publicada em O Fluminense de Niterói e outros diários. Nessa época (1991 - 1993) o título era O Urso no Espaço. Depois as tiras foram recriadas para redes sociais no final de 2015, com muito mais cor, desenvolvimento de personagens e arcos formando pequenas histórias. O volume 5 dos Migonautas está em campanha no Catarse.




Livro
O humor de VasqsPapo Gaio de Maritacas

Vasqs vai lançar seu novo livro de humor, Papo Gaio de Maritacas, pela editora Converso. O lançamento será no dia 29 de novembro, das 14h às 17h, no Mi & Mo Gato Café (rua Coronel Oscar Porto, 400), próximo ao metrô Brigadeiro.




Livro
Tom & LauraO poder no Brasil - a partir do ponto de vista de um casal de vira-latas no cio.

A política brasileira pode ser chamada, às vezes, de uma grande cachorrada. É o que se vê nesta sensacional antologia de tiras em cores do publicitário, compositor e músico Carlos Castelo e do cartunista Bier. Um jeito irreverente, divertido e com sacadas geniais de observar o poder no Brasil - a partir do ponto de vista de um casal de vira-latas no cio. Morra de rir com este livrinho em formato de talão de cheques com a qualidade da Editora Noir.
Opiniões (sinceras) sobre a obra:
"Livrinho ingrato: prova de que o homem é o PIOR amigo do cão..." - Edgar Vasquez
"A tira é boa, mas tirem os cachorros" - Spacca
"Quem são Tom & Laura?" - Laerte
"Que cachorrada do Castelo e do Bier!" - Chico Caruso





Revista
Revista Fenamizah de marçoUma nova edição da revista internacional de humor Fenamizah .

Uma nova edição da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. São 100 páginas nesta edição da Fenamizah e-magazine, cujo diretor editorial é Aziz Yavuzdoğan e da qual participaram 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.
A Fenamizah e-magazine é publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de março aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Revista
Edição de janeiro da FenamizahJá está disponível a 75ª edição da "Fenamizah", publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan .

Já está disponível a 75ª edição da "Fenamizah", publicação turca de humor editada por Aziz Yavuzdoğan, com participação de 115 cartunistas e escritores de 36 países diferentes. A “Fenamizah E-Magazine” é publicada mensalmente na plataforma digital com a participação voluntária de artistas de todo o mundo. É publicado gratuitamente, sem qualquer finalidade comercial. Baixo o PDF aqui ou leia online no Fliphtml5.




Revista
Mestre Makabro

Campanha no Catarse de Cássio Witt (Editora Milhas e Milhas Books) lança segunda edição da revista em Quadrinhos Mestre Makabro.
E recebe reforço de um caricaturista e uma aquarelista. Entre as recompensas, os apoiadores podem escolher em arte digital @aquarelasdaclaudia ou caricatura do Bira Dantas, colaborador do Charge Web. É só escolher a opção aquarela ou caricatura e, além da revista, receber suas artes exclusivas.
Cássio Witt tem um canal no youtube Milhas e Milhas Nerd sobre Quadrinhos e vai receber Claudia e Bira nesta quinta-feira, 04/06 para um bate-papo.




Livro
Mortadelo e Salaminho estão de voltaOs agentes da T.I.A. agora com duas HQs em uma única edição

A Figura Editora ouviu o público, e o segundo volume de Mortadelo e Salaminho chega com dose dupla de HQs do genial Francisco Ibáñez. Isso mesmo, são duas aventuras dos agentes da T.I.A. em uma mesma edição de 96 páginas!




Revista
Fenamizah de julhoA edição de julho da revista internacional de humor Fenamizah foi publicada.

A edição de julho da revista internacional de humor Fenamizah (Mau humor, em turco) foi publicada. Editada por Aziz Yavuzdoğan e publicada mensalmente em plataforma digital gratuitamente com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer propósito comercial.
Você pode baixar o PDF da edição de julho aqui. Ou ler a revista online no site Fliphtml5.




Livro
Cartografias do fimAntologia de contos inéditos sobre a crise climática

A revista literária Subtextos, referência na publicação de ficção contemporânea brasileira no ambiente digital, anuncia o lançamento de seu primeiro livro impresso: Cartografias do fim.
Organizada por Mariane Lima, a antologia reúne treze escritores que abordam a emergência climática a partir de perspectivas e linguagens distintas — do fluxo de consciência ao conto de terror, passando por narrativas intimistas, distópicas e experimentais. O resultado é um mosaico literário que dialoga com as angústias, paisagens e possibilidades de um planeta em transformação, oferecendo uma seleção plural capaz de atender a diferentes sensibilidades de leitura.
O projeto se viabiliza por meio de uma campanha de apoio que oferece diferentes recompensas aos participantes.




Livro
Níquel NáuseaFazendo 40 anos

Níquel Náusea, personagem imortal de Fernando Gonsales, está fazendo 40 anos. E a Z Edições apresenta esta coleção que irá reunir todas as tiras criadas por Fernando nessas quatro décadas.




Revista
Fenamizah de maioNova edição com trabalhos de 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes.

A nova edição da Fenamizah foi publicada, com trabalhos de 131 cartunistas e escritores de 39 países diferentes. Baixe o PDF aqui.
Você também pode acompanhar as novidades no site.
A Fenamizah e-magazine é publicada gratuitamente todos os meses na plataforma digital, com a participação voluntária de artistas de todo o mundo e sem qualquer finalidade comercial.





Humor ambientalA floresta também pode ser defendida com traços e sorrisos

A floresta também pode ser defendida com traços e sorrisos, é o que mostra o livro Amazônia Meu Humor – 40 anos em defesa da Amazônia, de Paulo Emmanuel.
A obra reúne quatro décadas de cartuns dedicados à luta ambiental na região, em um registro histórico e artístico que transforma humor em resistência. Emmanuel, referência do humor gráfico na Amazônia, consolida no livro sua trajetória marcada pela crítica afiada e pelo olhar sensível sobre os desafios ecológicos da floresta.